Variações Goldberg

mostra de esculturas de João Carlos Goldberg

 


nº 2 expo - Xadrez Robin, 1999/2003, aço inox, latão, ouro e cristal jateado

 

abertura às 20:00 horas do dia 06 de maio de 2003
exposição (prorrogada) até o dia 31 de maio de 2003

GALERIA ANNA MARIA NIEMEYER
Rua Marques de São Vicente 52 loja 205

Tel: (21) 22399144 Fax: (21) 22592082
e-mail: amn@annamarianiemeyer.com.br



 

A Galeria Anna Maria Niemeyer estará mostrando a partir das 20:00 horas do dia 6 de maio (terça-feira), trabalhos recentes de João Carlos Goldberg. A mostra poderá ser vista até o dia 31 de maio de 2003 no horário de segunda e sexta-feira das 11:00 às 21:00 horas e aos sábados das 11:00 às 18:00 horas. Entrada Franca. Goldberg preparou cerca de 11 trabalhos (esculturas, gravuras, objetos e jóias) que representam a sua própria experiência como escultor e professor.

XADREZ ROBIN, 1999/2003

 


detalhe lateral - peças latão e ouro

 


detalhe aéreo - tabuleiro e peças

A pesquisa instigante dos materiais e das formas que ao longo dos anos o artista vem realizando, deram origem a uma nova série de trabalhos: Variações Goldberg, que poderão ser apreciadas nesta exposição onde o artista reúne além dos metais (ouro, prata, aço inox, ferro, latão, mercúrio, etc.) e das pedras (granito e mármore) - que sempre estiveram presentes em sua obra - ainda outros materiais (estes não tão comuns em sua trajetória) como: a madeira, o couro, o papel e o cristal. Desta sua pesquisa: o jogo entre a matéria e forma, surgiu uma série de belas peças que entre elas destacamos: o Xadrez Robin, 1999/2003: um jogo de xadrez onde as peças brancas foram executadas em aço inox e as pretas (aqui douradas) em latão com banho de ouro sobre um tabuleiro de cristal jateado; s/ título, 2003, um pêndulo de aço inox, que preso ao teto por um fino e transparente cabo de aço, flutua sobre uma placa circular de mármore de carrara, com um rebaixo central, onde uma gota de mercúrio cria a ilusão do pêndulo que se esvai e pinga sobre a base; uma outra peça Touro Mouro de Couro Louro, 2003, foi criada a partir de um pedaço recortado de couro sola onde o artista, ao fixar um par de prumos colocados horizontalmente, leva o espectador à imaginar que tem a sua frente um touro; uma escultura -portável: Pim-Pim, 2003, peça executada em prata maciça, na forma de um prumo alongado, que pode ser usada como um objeto (exposto aqui em uma caixa de madeira preta c/ vidro) e/ou brinco, pim, etc.; uma escultura fininha: s/título, 2003, onde Goldberg aplicou uma ponta de prata (em forma também de um prumo alongado), sobre uma gravura (relevo seco sobre papel)de superfície totalmente branca onde pode-se ver o mesmo prumo mostrado na forma de um relevo no próprio papel, e ainda um objeto: Variações Goldberg, 2003, uma peça criada a partir de um disco c/capa (LP - 1ª gravação) da música que titula a mostra.

FOTOS TRABALHOS EXPOSIÇÃO


nº 1 expo - GROU,
aço oxidado e inox
 

nº 8 expo - TOURO MOURO DE COURO LOURO ,latão s/ couro sola

nº 10 expo - s/TÍTULO, aço oxidado e inox

Goldberg participou de importantes coletivas, salões e bienais no Brasil e no exterior e nestas mostras foi inúmeras vezes premiado. Realizou exposições individuais nas mais importantes capitais brasileiras e, seu trabalho esta presente em importantes coleções públicas e privadas.

João Carlos Goldberg é arqueólogo, com especialização em Tecnologia Pré-Histórica na Universidade Paris X-Nanterre (1984/1985) e Pós-graduação em Tecnologia Pré-Histórica na URA 28, no Centre National de la Recherche Scientifique, CRA-CNRS, ambos realizadas em Paris, FRANÇA. Atua desde 1969 como professor - entre 1969/1973 foi professor do MAM-RJ - e desde 1982 é professor e Coordenador da Oficina 3 D na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - entre 1991/1993 assumiu a Direção da EAV - e ainda desde 1982 é professor titular das Cadeiras de Expressão e Representação III e IV na Faculdade de Arquitetura da Universidade Estácio de Sá.

Levado pelo seu grande conhecimento e apuro técnico obssecado por um exímio acabamento e ainda pela sua criatividade e conhecimento na utilização de diversos materiais, ocasionalmente também atua como designer de troféus e prêmios - é o autor do Prêmio Petrobrás de Qualidade 2000, do Prêmio Paschoal Segreto de Cinema, do Troféu 6 1/2 de Música Popular LUBRAX/FUNARJ e mais recentemente criou o Prêmio Fundação Oscar Niemeyer, (que são oferecido à personalidades que contribuem de forma significativa para a manutenção da Fundação Oscar Niemeyer e de seus propósitos). Em 2000, convidado pelo Consulado de Israel no Rio de Janeiro, viajou para a cidade de Netanya, onde participou do ENCONTRO DE ESCULTORES NETANYA-ISRAEL, realizado no Instiituto Cultural Israel-Ibero America, onde realizou uma escultura para o Parque da Amizade Israel-América Latina, a convite da Prefeitura local.

VEJA MAIS

 

 


galeria anna maria niemeyer
rio de janeiro,1987

 

 

escultura netanya
israel, 2000

 


chalon sur saõne
paris, 1984

 


paço imperial 1995

   

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