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A L E G O R I A S / J O R G E D U A R T E abertura: 20:00h do dia 24 de abril (quinta-feira) - para convidados local: GALERIA ANNA MARIA NIEMEYER A Galeria Anna Maria Niemeyer, numa dupla comemoração (50 anos de vida completados em 23 de abril e 25 anos de carreira do artista) apresenta a exposição ALEGORIAS de JORGE DUARTE, que poderá ser vista (para convidados) a partir das 20:00h do dia 24 de abril de 2008 em sua galeria no Shopping da Gávea. A exposição poderá ser visitada pelo publico em geral até o dia 21 de maio, de segunda a sábado das 10:00 as 22:00h, e conta com o apoio cultural do Café Baroni e da Sagre Consultoria, que juntamente com a GALERIA ANNA MARIA NIEMEYER forneceram o suporte para a edição do folder da mostra que conta com texto de apresentação de Guilherme Bueno. Sobre esta série de trabalhos o artista comenta: “A nova mostra individual de Jorge Duarte reunirá onze obras, entre objetos e esculturas, marcadas, no entanto, pela importante presença de imagens e efeitos pictóricos, fundamentalmente importantes para a construção do sentido narrativo das obras. São obras que lançam mão de temas e da visualidade extraídos do cotidiano popular, de objetos corriqueiros como caixas de fósforos, chupetas, o clássico “pingüim de geladeiras etc..., e que tem na ironia e no humor direto, suas principais âncoras. Etmológicamente, o termo grego allegoria significa “dizer o outro”, “dizer alguma coisa diferente do sentido literal”. Reunidas sob o título geral de Alegorias, as obras são, porém, alegorias de valor não convencionado, estruturas abertas à atribuição de significados novos, sobrepostos à simples identificação primária das imagens, atividade esta que fica reservada a cada espectador.” O critico de arte Guilherme Bueno, escreve no texto de apresentação do folder: “Alegorias, exposição composta por uma série de trabalhos recentes de Jorge Duarte; reafirma a trama de interesses que constituem seu universo artístico. O sofisticado princípio da alegoria – representação de uma coisa através da imagem de outra, a fim de pela correspondência tornar palpável um conceito abstrato - tão caro à história da arte desde sempre encontra seu contrapeso na entusiasmada ironia e humor de um vocabulário que se apropria de uma cultura visual, mais que urbana, fundamentalmente suburbana. São pinturas e objetos que partem das margens para incidir no seu núcleo interpretativo (que tais como em pinturas antigas tiram proveito da decodificação de um ou outro elemento-chave para a leitura do todo), uma visualidade a um só tempo periférica, acidental, mas também explícita do mapeamento de espaços que separam o belo mundo do mundo ordinário. Nas suas obras, contudo, esta heterogeneidade fundamental opta por um amálgama fluído e contínuo, como nos constantes deslocamentos e ocupações dos milhares de pessoas que cruzam ambos os espaços. No seu caso, estas transposições logram superar os abismos que ainda separam estes dois mundos justamente na dissolução da hierarquia visual que os segmenta. (...)” MAIORES INFORMAÇÕES |