VERDADEIRO OU FALSO?

 

 

LENA AMORIM     MARCIO FONSECA     RACHEL KORMAN

MARA MARTINS   FERNANDO RIBEIRO     MARCELO TABACH

 

CURADORIA: NELSON LEIRNER

 

ABERTURA: às 20:00 horas do dia 27 de janeiro de 2004 (Terça-feira)

palestra com a participação do críitico e curador: Agnaldo Farias
e dos artistas:
Lena Amorim, Marcio Fonseca, Rachel Korman, Mara Martins, Fernando Ribeiro e Marcelo Tabach

dia 17.02.2004 (terça-feira) às19:00 horas
(entrada franca)

 

EXPOSIÇÃO: prorrogada até 20 de fevereiro de 2004

 

LOCAL
GALERIA ANNA MARIA NIEMEYER

Rua Marquês de São Vicente, 52 / 205

22459-900   Gávea   Rio de Janeiro  RJ

Tel.: [21] 2239 9144 / Fax: [21] 2259 2082

 

HORÁRIO

segunda a sexta-feira: das 11:00 às 21:00 horas e sábados: das 11:00 às 18:00 horas

domingos e feriados: não funciona

 

 

 

 

RACHEL KORMAN E LENA AMORIM

A partir da Renascença, tanto na pintura como na escultura, o corpo, quando elemento central, adquire uma leitura de representação e teatralidade.

A contemporaneidade das duas artistas está justamente no rompimento da representação, resgatando da performance e usando a fotografia como meio de nos mostrar o corpo e sua identidade.

 

Rachel Korman: DuoPhine - Fotografia - 128 x 250cm – 2004

Lena Amorim: (este não é um objeto de desejo) - 215 x 80cm - fotografia - 2004

 

 

MARA MARTINS

Faz de sua arte um constante exercício de metalinguagem. No trabalho agora exposto na Galeria Anna Maria Niemeyer, Mara implode a caixa verde e a narração do Grande Vidro de Duchamp e, Duchampnianamente, usa os ready mades criados pelo próprio Duchamp no primeiro quarto do século passado, numa releitura aguda e inteligente.

           

Mara Martins: Os Celibatários despidos por sua Noiva, mesmo - 220 x 100 x 60cm - Madeira, tecido, crochet e vidro - 2002

 

 

MARCIO FONSECA

Seu trabalho recebe uma herança deixada pelo Fluxus, usando da atemporalidade que a arte conceitual nos permite. Os estranhos duelos de Marcio se moldam de forma a termos passado, presente e futuro em sua leitura.

 

Marcio Fonseca: O duelo - Madeira e metal - 9 x 42 x 40 cm - 2003

 

 

MARCELO TABACH

Para falar da fotografia de Marcelo nesta exposição é necessário esclarecer seu processo criativo, pois ele não só mescla em uma só arquitetura duas escalas, como também nos proporciona uma viagem onde seu “pequeno polegar” ou sua Sofia – como ele a chama –  vive a solidão de um mundo assustador, que transborda em sua própria poética.

 

Marcelo Tabach: fonte - fotografia - papel fotográfico - 1,20 x 1,80 m - 2003

 

 

FERNANDO RIBEIRO

Engana-se quem o coloca como autodidata. Sua formação é importante para perceber o seu esforço em sair do cartoon e liberar cada um de seus personagens. Muitos conseguiram, como o mito Andy Wharol, e Fernando vem rapidamente construindo seu universo com maturidade, como nos mostra nesta exposição.

 

Fernando Ribeiro: Sem título - Acrílico, ink, aço sobre madeira - 2 X 1,5 m  - 2003

 

 

 

Nelson Leirner, janeiro/2004 - Curador

 

 

Na arte tudo pode ser verdadeiro e tudo pode ser falso.