M Ô N I C A   S A R T O R I - p i n t u r a   e   d e s e n h o

abertura: às 20h do dia 10 de junho de 2008 (terça-feira).    
  exposição: até 2 de julho de 2008.

horário de visitação: segunda à sábado das 10 as 22 horas.

local:
GALERIA ANNA MARIA NIEMEYER
Rua Marques de São Vicente, 52/205 - Shopping da Gávea - Rio de Janeiro - RJ.

maiores informações:     

www.annamarianiemeyer.com.br
L e o n o r   A z e v e d o

Tel: (21) 22399144 - Fax: (21) 22592082
E-mail: galamn@centroin.com.br


A Galeria Anna Maria Niemeyer, dando continuidade a seu regular calendário de mostras individuais mensalmente realizadas na matriz do Shopping da Gávea, têm o prazer de convidar para a abertura da exposição MÔNICA SARTORI / PINTURA E DESENHO, que será realizada à partir das 20:00h do dia 10 de junho de 2008, na Rua Marques de São Vicente, 52 loja 205, Gávea, Rio de Janeiro. A mostra poderá ser visitada (entrada franca), de segunda a sábado das 10:00 as 22:00h e ficará em cartaz até o dia 02 de julho de 2008. O texto de apresentação é de Marília Andrés Ribeiro.

Mônica Sartori, nasceu em Belo Horizonte em 1957; é Artista Plástica, Professora e Ilustradora. Graduada em Desenho e Gravura, em 1984 pela UFMG.  Lecionou Arte para Crianças na Escolinha de Arte do Gesto Gráfico (1981/1987), Desenho e Criatividade, na Escola Guignard (1992,1995 e 2003) e posteriormente deu aulas em seu próprio atelier (1993/1996). Entre 1998 e 2000 criou a escola de arte inicialmente denominada SALA DE ARTE logo transformada no ATELIER 145, que se destinava ao trabalho com crianças.  Tem três livros publicados: UM SÉCULO DE HISTÓRIA DAS ARTES EM BELO HORIZONTE, MÔNICA SARTORI / PROJETO CIRCUITO ATELIER e ainda o livro infanto-juvenil OS JARDINS.        

Participa regularmente de mostras coletivas nacionais e internacionais em algumas delas recebeu importantes premiações como: o 1º Prêmio no Salão Nacional de Artes Plásticas - FUNARTE - em 1993; o Prêmio de Aquisição no Salão de Brasília em 1990; o Prêmio de Aquisição no XX Salão Nacional de Arte - PBH (Mostra Coletiva de Outdoors), o Prêmio Concorrência Fiat e a Bolsa Ivan Serpa, oferecida pela Funarte, todos em 1988. Realizou em 1986, sua primeira mostra individual na Sala Corpo de Exposições, em 1988 mostrou novamente seus trabalhos no IAB-Belo Horizonte; em 1989, participou da coletiva 6XBienal (mostra paralela a XX Bienal de São Paulo, onde se apresentou como artista convidada), na Galeria Anna Maria Niemeyer e em 1991 no Centro Cultural Cândido Mendes e em 1995 foi convidada a mostrar sua obras na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, ambas no Rio de Janeiro.
Suas obras integram importantes coleções como: Coleção do Museu da América Latina, Londres, INGLATERRA; Coleção Gilberto Chateaubriand/MAM-RJ; Coleção Sattamini,/MAC-Niteroi, RJ; Funarte, RJ; Museu de Arte de Brasília- MAB, DF; Museu de Arte do Rio Grande do Sul, RS e Museu de Arte Moderna de Belo Horizonte, MG, entre outras.

Em 1996, convidada por Anna Maria Niemeyer realizou sua primeira individual no Rio de Janeiro (desenhos e pinturas), na Galeria Anna Maria Niemeyer, onde voltou a mostrar seus trabalhos em 2000.  Volta a mostrar seus novos trabalhos nesta galeria, apresentada por Marília Andrés Ribeiro, e sobre esta série de trabalhos a artista comenta:

Esta exposição é quase “ naturalista”. Água, ar, espiral, espirais sutis que compõe a natureza, linhas horizontais, verticais...um bailado de linhas... de movimento.
O registro da linha é também um gesto junto com a repiração:  vital, gesto primordial, gesto primeiro de um registro, de um sentir...sensivel.  Linhas.... também  infinitude e colocações  vitais... o  primeiro gesto do ser humano no plano, quando desenha é a linha, mesmo pequena é o primeiro gesto de vida. que registramos.
Sinto que o respeito à natureza, sempre levara a ver a vida maior, mais bonita.... há uma saída.... um aprendizado, uma esperança.... e o desenho também é assim, infinitamente linha....... movimento, ar. Ocupação espacial, registro, força.!

È por ai que sinto esta exposição, estes trabalhos..... (o budismo, vê assim também a natureza e tem por ela este respeito, por isso Marilia disse do Zen)... é isso! (...)                                        Mônica Sartori